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terça-feira, 20 de julho de 2010

[PRÉVIA] Rage



Rage está sendo produzido pela id Software e publicado pela Bethesda (sim, A Bethesda *_*), e é um FPS com elementos de RPG, possivelmente seguindo levemente o estilo de Fallout 3.
Assim que vi os gráficos e o estilo de jogo, três jogos me vieram à mente: Borderlands, Fallout 3 e Bioshock.
Acho que pelo estilo de construções, cenário desértico e corridas de buggy, o jogo puxa muito pro lado de Borderlands.


Pelo lado de mutantes, variedade de NPCs e cidades completas, puxa pro lado de Fallout.



E não sei por que diabos me lembrei de Bioshock, mas lembrei XD

Talvez seja cedo para dizer, mas as corridas de buggy devem ser um downside pra quem não gosta de... corridas em geral. Digo, por mais foda que seja o jogo e tal, você sabe que uma hora vai ter que parar pra fazer uma corridinha pra ganhar dinheiro. Não acho que tenha muito a ver com o pouco que eu vi do jogo, e talvez acabe ficando meio chato.

E tudo bem que quem faz o trailer bota as cenas mais AWESOME possíveis, mas as partes de combate parecem ser muito divertidas e cheias de adrenalina.


O jogo vai sair em 2011, para PC, Xbox 360 e Playstation 3 (e Mac, e Linux, meh XD). Não sei quanto a vocês, mas espero ansioso.

É isso aí, espero comentários, obrigado.



Links relacionados:
Trailer de Rage, divulgado na Quakecon
Rage, página da Wikipedia

[ANÁLISE] Naughty Bear

Eaaaí manolos, essa é a minha segunda review para o blog, espero que gostem e comentem!

Libere toda sua ira em ursos fofinhos, sabote festas de aniversários, puna todos os seus inimigos. Tudo isso em Naughty Bear, lançado para Xbox 360 e PS3.
Começando pelo começo... No jogo você entra no papel de Naughty Bear, um urso de pelúcia que vive na Perfection Island, local habitado por ursinhos coloridos e esnobes. Você é como um patinho feio por lá, e por ser mal cuidado e solitário você não é convidado para a festa de aniversário de Daddles, um ursinho popular e aparentemente simpático, mesmo assim, com boas intenções, você vai até o local da festa com a tentativa de entregar um presente ao aniversariante, porém, ao chegar no local, os convidados olham para o seu presente e começam a debochar e rir ironicamente. Chateado, Naughty Bear, volta para sua cabana e decide se vingar, é ai que o jogo realmente começa.
(Naughty Bear está te encarando, cuidado)

Naughty Bear é um jogo baseado em um sistema simples e eficaz de score. Existem 7 levels no total, cada qual com um episódio principal e três episódios extras, esses três você só libera a partir de uma pontução determinada. Um ponto forte do game é a enorme variedade de fantasias disponíveis para você usar, e o que é melhor, todas elas possuem atributos, ou seja, você pode ficar mais forte, mais ágil, aumentar os pontos de vida, etc. O sistema de costumes também faz uso do seu score no jogo, ou seja, você só irá liberar fantasias novas, se atingir o número de pontos necessário em um episódio determinado. Enfim, acho que eu não preciso nem comentar que para obter uma pontuação alta, você só precisa derramar a maior quantidade de sangue possível, ou melhor, a maior quantidade de pelúcia possível.
(Se você é um ursinho colorido, tenha muito medo dele)

Apesar dos pontos fortes citados anteriormente, o jogo possui diversas falhas. A mais marcante delas, com certeza é o modo em que as fases são estruturadas. Praticamente todas elas, começam com você em sua cabana, indo a um local determinado para matar todos os seres-vivos presentes, o que torna o jogo tedioso e cansativo. A jogabilidade e a IA também são bem fraquinhas ao meu ver.

Mesmo me identificando muito com o protagonista, não consegui jogar Naughty Bear por muito tempo, é um jogo muito repetitivo, o que certamente te desanima a continuar jogando.
Minha nota: 5,0.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

[ANÁLISE] Borderlands

Borderlands é um FPS/RPG de ficção científica, que está disponível para PC, Xbox 360 e PS3 e pode ser jogado por 1 a 4 jogadores, tanto no modo cooperativo, quanto no versus mode.
O game é situado em Pandora, um planeta inóspito, habitado por criaturas mutantes e por bandidos de todos os tipos. No jogo, você pode escolher um entre quatro personagens (Mordecai, Brick, Lilith e Roland) cada um com suas peculiaridades, pontos fortes e habilidades especiais distintas. Apesar de tudo, todos têm o mesmo objetivo final: achar o lendário tesouro de Pandora, trata-se de uma tecnologia alienígena que proporciona riqueza, fama e poder. Logo no início da história, você é apresentado à Guardian Angel, uma espécie de guia, que irá aparecer outras vezes ao decorrer do jogo para te ajudar a encontrar o almejado tesouro.

(Da esqueda para a direita: Roland, Mordecai, Brick e Lilith)

O desenvolvimento de sua campanha em Borderlands, baseia-se somente em quests, que são divertidas e nem um pouco repetitivas. Dentre essas missões, você pode escolher em fazer as main-quests que te levarão ao objetivo principal do jogo, e as side-quests que estão presentes em grande quantidade e que te darão dinheiro, experiência e itens como recompensa. Além de tudo, você pode preferir somente ficar matando monstros e outlaws à procura de algum tesouro pequeno.
Um ponto forte do jogo, é a inúmera variedade de armas e escudos, que ao meu ver, têm as texturas muito bem trabalhadas.
Em compensação, o sistema de customização do personagem é muito fraco, o que pra mim é um ponto importantíssimo em qualquer RPG e que acabou faltando em Borderlands.

(Detalhe no desenho da arma e no gráfico estilo comic)

Caras, imaginem um jogo com uma infinidade de quests, armas, equipamentos e monstros, com muita ação e muito sangue voando na tela, agora misturem tudo isso com um gráfico parecido com uma história em quadrinhos... Voilà! Você tem um jogo praticamente perfeito.

Mesmo não gostando de jogos de ficção científica, minha nota pra esse super jogo é 9,0