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terça-feira, 20 de julho de 2010

[ANÁLISE] Naughty Bear

Eaaaí manolos, essa é a minha segunda review para o blog, espero que gostem e comentem!

Libere toda sua ira em ursos fofinhos, sabote festas de aniversários, puna todos os seus inimigos. Tudo isso em Naughty Bear, lançado para Xbox 360 e PS3.
Começando pelo começo... No jogo você entra no papel de Naughty Bear, um urso de pelúcia que vive na Perfection Island, local habitado por ursinhos coloridos e esnobes. Você é como um patinho feio por lá, e por ser mal cuidado e solitário você não é convidado para a festa de aniversário de Daddles, um ursinho popular e aparentemente simpático, mesmo assim, com boas intenções, você vai até o local da festa com a tentativa de entregar um presente ao aniversariante, porém, ao chegar no local, os convidados olham para o seu presente e começam a debochar e rir ironicamente. Chateado, Naughty Bear, volta para sua cabana e decide se vingar, é ai que o jogo realmente começa.
(Naughty Bear está te encarando, cuidado)

Naughty Bear é um jogo baseado em um sistema simples e eficaz de score. Existem 7 levels no total, cada qual com um episódio principal e três episódios extras, esses três você só libera a partir de uma pontução determinada. Um ponto forte do game é a enorme variedade de fantasias disponíveis para você usar, e o que é melhor, todas elas possuem atributos, ou seja, você pode ficar mais forte, mais ágil, aumentar os pontos de vida, etc. O sistema de costumes também faz uso do seu score no jogo, ou seja, você só irá liberar fantasias novas, se atingir o número de pontos necessário em um episódio determinado. Enfim, acho que eu não preciso nem comentar que para obter uma pontuação alta, você só precisa derramar a maior quantidade de sangue possível, ou melhor, a maior quantidade de pelúcia possível.
(Se você é um ursinho colorido, tenha muito medo dele)

Apesar dos pontos fortes citados anteriormente, o jogo possui diversas falhas. A mais marcante delas, com certeza é o modo em que as fases são estruturadas. Praticamente todas elas, começam com você em sua cabana, indo a um local determinado para matar todos os seres-vivos presentes, o que torna o jogo tedioso e cansativo. A jogabilidade e a IA também são bem fraquinhas ao meu ver.

Mesmo me identificando muito com o protagonista, não consegui jogar Naughty Bear por muito tempo, é um jogo muito repetitivo, o que certamente te desanima a continuar jogando.
Minha nota: 5,0.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

[ANÁLISE] Fable: The Lost Chapters

Primeira análise para o blog! Começando por um jogo antigo até em certo ponto, mas fez aflorar boa parte do meu gosto RPG-ista. Nada mais nada menos que Fable : The Lost Chapters! Ah, para lembrar, essa análise é da versão PC.
Desenvolvido pela Lionhead Studios que tem como “líder” o grande Peter Molyneux e distribuído pela Microsoft Game Studios, o game foi lançado em 2004 para Xbox, e em 2005 para o PC.

Um resuminho da história, você começa como uma simples criança camponesa, no pequeno vilarejo de Oakvale, logo no começo, já aparece o grande atrativo do jogo, que são as escolhas que você pode fazer, influenciando em sua barra de maldade e bondade. Mas deixando isso de lado, você começa apenas fazendo pequenas coisas, até que PUTA QUE PARIU bandidos atacam seu vilarejo e destroem tudo em volta, matando sua família seus amigos e todo mundo que você conhece! Você fica vivo por ficar escondido. E daí em frente, é resgatado por um Herói, que faz parte da “Hero’s Guild”, um clã que cria novos Heróis na terra de Albion. Após o resgate, você se transforma em um herói com anos de treinamento, e depois, jura vingança por sua família morta por esses fétidos bandidos.

Como já disse, o grande atrativo do jogo, são as escolhas que podem afetar seu comportamento diante do mundo à sua volta, você pode ser um herói respeitado por todos, devido as suas boas atitudes, ajudando pessoas a se livrar de seus problemas, ou você pode ser conhecido como um assassino a sangue frio, esbanjando medo no coração dos pobres inocentes, mantendo os guardas sempre aos seus olhos. Na minha opinião, isso torna o jogo muito divertido, e nada melhor do que ficar com uma aparência tão maléfica que você mesmo sente medo.
(Do neutro até o ser sedento de sangue e tripas.)

No jogo, você pode escolher entre 3 diferentes tipos de herói, mas no final você pode dominar todos. Mas então, você pode escolher entre Strength, Skill ou Will. Cada uma com gameplay diferente, e na verdade, é bem fluido e confortável, você facilmente pode trocar suas técnicas, usando por exemplo uma magia de “bullet time” e rapidamente pegar seu arco para meter flechas nas cabeças alheias. O único problema que encontrei, foi ser um “Pure Mage”, ou seja, um mago que só usa suas magias (dã), que faz uso CONSTANTE de poções, fazendo você perder uma grande quantidade de dinheiro comprando inúmeras potions.

(Herói com roupa de Mage, mostrando o quanto é bonzinho.)

Os gráficos são muito bonitos para um jogo antigo, com efeitos de água bem legais, design diferenciado dos personagens e monstros, dando um estilo próprio à Fable, que tem sua beleza própria.

Pois é, esse jogo está sim na minha lista dos melhores que já joguei, mesmo com ligeiras 15 horas de jogo, eu amei ele em todos os sentidos, com uma história divertida, combates empolgantes, e nada melhor que a destruição de todos os inocentes, Fable torna-se um grande atrativo para fãs de RPG, ou até mesmo, para não-fãs.

Deste jogo, eu tiro 9/10, ótimo jogo, recomendo fortemente!