O game é situado em Pandora, um planeta inóspito, habitado por criaturas mutantes e por bandidos de todos os tipos. No jogo, você pode escolher um entre quatro personagens (Mordecai, Brick, Lilith e Roland) cada um com suas peculiaridades, pontos fortes e habilidades especiais distintas. Apesar de tudo, todos têm o mesmo objetivo final: achar o lendário tesouro de Pandora, trata-se de uma tecnologia alienígena que proporciona riqueza, fama e poder. Logo no início da história, você é apresentado à Guardian Angel, uma espécie de guia, que irá aparecer outras vezes ao decorrer do jogo para te ajudar a encontrar o almejado tesouro.
O desenvolvimento de sua campanha em Borderlands, baseia-se somente em quests, que são divertidas e nem um pouco repetitivas. Dentre essas missões, você pode escolher em fazer as main-quests que te levarão ao objetivo principal do jogo, e as side-quests que estão presentes em grande quantidade e que te darão dinheiro, experiência e itens como recompensa. Além de tudo, você pode preferir somente ficar matando monstros e outlaws à procura de algum tesouro pequeno.
Um ponto forte do jogo, é a inúmera variedade de armas e escudos, que ao meu ver, têm as texturas muito bem trabalhadas.
Em compensação, o sistema de customização do personagem é muito fraco, o que pra mim é um ponto importantíssimo em qualquer RPG e que acabou faltando em Borderlands.
Em compensação, o sistema de customização do personagem é muito fraco, o que pra mim é um ponto importantíssimo em qualquer RPG e que acabou faltando em Borderlands.
Caras, imaginem um jogo com uma infinidade de quests, armas, equipamentos e monstros, com muita ação e muito sangue voando na tela, agora misturem tudo isso com um gráfico parecido com uma história em quadrinhos... Voilà! Você tem um jogo praticamente perfeito.
Mesmo não gostando de jogos de ficção científica, minha nota pra esse super jogo é 9,0
